Artigo de alunos, professores e técnicos do Labomar sobre o barragem na cidade de Mariana (Minas Gerais)

27 de agosto de 2018

Em novembro de 2015, após o colapso da barragem na cidade de Mariana (Minas Gerais), cerca de 50 milhões de metros cúbicos de resíduos de minério de ferro fluíram através do rio Doce, chegando ao oceano duas semanas depois. Esse acidente trouxe impactos sociais, econômicos e ecológicos, sendo considerados por inúmeras pesquisas como o pior acidente ambiental da história do Brasil. Apesar da sua importância, as consequências para o ambiente marinho ainda são pouco conhecidas. Após o acidente, inúmeras pesquisas e consultorias foram realizadas para diagnosticar os problemas, porém a falta de informações de como era o ambiente antes do desastre dificulta a avaliação de impactos e medidas de recuperação do ambiente demandadas por ações na justiça. Pesquisa publicada recentemente na renomada revista internacional Marine Pollution Bulletin fornece, pela primeira vez, um diagnóstico de como era a vida marinha antes do acidente. A pesquisa foi feita por pesquisadores (professores, técnico-administrativos e alunos) do Instituto de Ciências do Mar (Labomar) e do Departamento de Biologia (Centro de Ciências), ambos da Universidade Federal do Ceará (UFC).
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